Se você está pesquisando o que fazer em Petrópolis, provavelmente já encontrou vários roteiros parecidos, sempre com o clássico Museu Imperial, o Palácio de Cristal e algumas construções históricas.
Eu também comecei minha pesquisa assim.
Na verdade, fui para a cidade sem grandes expectativas. Na minha cabeça, o roteiro se resumia a esses lugares e imaginava um destino interessante só para quem gosta de história, e confesso que não esperava muito além disso.
Só que Petrópolis conseguiu me surpreender.
Além dos palácios e museus, encontramos mirantes com vistas lindas da serra, um antigo hotel que parece cenário de filme, um espaço de contemplação em meio à Mata Atlântica e até pequenos detalhes que acabaram deixando a viagem mais divertida, como descobrir que, para visitar o interior do Museu Imperial, todo mundo precisa colocar pantufas nos pés para proteger o piso original.
No fim das contas, aqueles dois dias renderam muito mais do que imaginávamos.
Se você está planejando conhecer a Cidade Imperial, neste guia compartilho exatamente o roteiro que fizemos, o que realmente vale a pena visitar e algumas dicas que podem tornar a sua viagem ainda melhor.
Petrópolis vale a pena?
Na nossa experiência, sim. Mas talvez não pelos motivos que a maioria das pessoas imagina.
Petrópolis é conhecida por sua importância histórica, afinal foi escolhida por Dom Pedro II como refúgio de verão da família imperial. Só que limitar a cidade apenas à história seria injusto.

Durante dois dias alternamos visitas a museus, caminhadas pelo centro histórico, mirantes, boa gastronomia e lugares cercados pela Mata Atlântica. Essa mistura fez com que o roteiro ficasse muito mais leve do que imaginávamos.
Outro ponto que gostamos bastante foi o clima. Mesmo nos meses mais quentes, a temperatura costuma ser mais agradável do que na capital fluminense, tornando os passeios ao ar livre muito mais confortáveis.
Se você gosta de viagens que misturam cultura, natureza e boa comida, Petrópolis tem grandes chances de entrar para a sua lista de destinos favoritos da Serra Fluminense.
Quantos dias ficar em Petrópolis?
É possível conhecer os principais pontos turísticos em apenas um dia? Sim. Mas eu não faria isso.
Na prática, você vai passar mais tempo dirigindo, procurando estacionamento e entrando e saindo das atrações do que realmente aproveitando a cidade. Acredito que o seu objetivo (assim como o meu) seja muito mais do que ticar atrações da lista: é conhecê-las com calma, sem aquela sensação de que o dia inteiro foi uma corrida.
Para nós, dois dias foram o equilíbrio ideal, mas confesso que poderíamos facilmente ter esticado a viagem por mais um dia.
Conseguimos visitar os principais atrativos do centro histórico, conhecer alguns lugares menos famosos e ainda fazer tudo com bastante tranquilidade.
Se tiver apenas um dia disponível, dá para montar um bom roteiro. Mas, se puder reservar um fim de semana inteiro, a experiência muda bastante.
Informações rápidas sobre Petrópolis
Antes de montar seu roteiro, vale saber algumas informações que ajudam bastante no planejamento da viagem.
Distância do Rio de Janeiro: cerca de 70 km.
Melhor época para visitar: durante o outono e o inverno, quando o clima costuma ser mais seco e agradável.
Precisa de carro? Depende do roteiro.
Quem pretende conhecer apenas o centro histórico consegue fazer boa parte dos passeios a pé ou utilizando aplicativos de transporte.
Já para visitar lugares como o Vale do Amor, o Trono de Fátima ou até mesmo dar uma esticada até Mangaratiba, ter um carro facilita bastante.
Quanto custa visitar Petrópolis?
A cidade oferece várias atrações gratuitas, mas museus e alguns atrativos cobram ingresso.
Ao longo deste guia vou comentar os valores que encontramos durante a nossa visita, mas eles podem sofrer alterações. Antes de viajar, vale a pena conferir os canais oficiais de cada atração para verificar preços e horários atualizados.
Nosso roteiro de 2 dias em Petrópolis
Em vez de simplesmente listar atrações, achei mais útil mostrar como organizamos nossa viagem.
Assim você consegue adaptar o roteiro de acordo com o tempo disponível.
Primeiro dia: mergulhando na história da Cidade Imperial
Nosso primeiro dia ficou praticamente concentrado na região central de Petrópolis.
Essa foi uma escolha proposital.
Como muitas atrações ficam próximas umas das outras, conseguimos caminhar bastante sem precisar ficar entrando no carro a todo momento.
Além disso, começar pelo centro ajuda a entender por que Petrópolis se tornou uma cidade tão importante durante o período imperial.

Museu Imperial
Se existe um lugar que eu considero indispensável em Petrópolis, é o Museu Imperial.
Mesmo quem não costuma visitar museus provavelmente vai gostar do passeio.
O prédio já impressiona antes mesmo da entrada. Os jardins são muito bem cuidados e rendem algumas das fotos mais bonitas do centro histórico.
Uma curiosidade que eu não fazia ideia antes da visita é que ninguém entra no museu usando o próprio calçado.
Logo na entrada, recebemos um par de pantufas para proteger o piso original do palácio.
Pode parecer um detalhe simples, mas foi justamente esse tipo de cuidado que me fez perceber como o patrimônio histórico é preservado.
Reserve pelo menos duas horas para a visita.
Mesmo que você não leia todas as informações das salas, existe bastante coisa para observar. São dois andares com muitos móveis e relíquias que fazem parte da história do Brasil.
Além disso, passamos pela sala da coroa, um espetáculo, ali encontramos todos os trajes reais e também uma belíssima coroa.
Durante nossa visita também encontramos informações sobre apresentações culturais e o tradicional Sarau Imperial, uma experiência interessante para quem pretende passar mais tempo na cidade.
No museu não é permitido tirar fotos e temos que deixar nossas bolsas no locker disponível ao lado da bilheteria, por esse motivo acabamos não conseguindo registrar muitas coisas.
Catedral São Pedro de Alcântara
A poucos minutos de caminhada fica outro dos grandes símbolos de Petrópolis.
Mesmo vista de longe, a Catedral São Pedro de Alcântara chama atenção pelas torres em estilo neogótico.
Mas é entrando que ela realmente impressiona.
A luz atravessando os vitrais, a altura do teto e os detalhes da arquitetura fazem com que a visita valha a pena mesmo para quem normalmente não costuma incluir igrejas no roteiro.
Além do valor arquitetônico, a catedral abriga o Mausoléu Imperial, onde estão sepultados Dom Pedro II, Dona Teresa Cristina, Princesa Isabel e Conde d'Eu.
O lugar é belíssimo e vale a visita.
Relógio das Flores
Saindo do Museu Imperial, fizemos uma parada rápida no Relógio das Flores, que fica bem pertinho dali.
É um daqueles pontos turísticos que você provavelmente não sairia de outra cidade apenas para conhecer, mas que funciona muito bem como uma parada durante o passeio pelo centro histórico.
Durante o dia, ele chama atenção pelo paisagismo e pelo próprio relógio, que realmente funciona. Como a visita é rápida, dá para encaixá-lo facilmente no roteiro entre uma atração e outra.
Nós também passamos por ali à noite e achei interessante ver como o lugar muda completamente com a iluminação. Então, se estiver hospedado na região central, vale aproveitar para dar uma passada depois do pôr do sol.
O relógio fica na frente da Universidade Católica de Petrópolis, então durante a semana você vai encontrar vários universitários pela região e ali também ficam concentrados alguns restaurantes e bares para atender esse público.
Catedral São Pedro de Alcântara

A poucos minutos de caminhada fica outro dos grandes símbolos de Petrópolis: a Catedral São Pedro de Alcântara.
Mesmo vista de longe, ela chama atenção pelas torres e pela arquitetura em estilo neogótico. Mas é entrando que o lugar realmente impressiona.
A luz atravessando os vitrais, a altura do teto e os detalhes da construção fazem com que a visita valha a pena mesmo para quem, assim como eu, não costuma colocar igrejas como prioridade no roteiro.
Além do valor arquitetônico, a catedral abriga o Mausoléu Imperial, onde estão sepultados Dom Pedro II, Dona Teresa Cristina, Princesa Isabel e Conde d'Eu.
Vale a visita.
Museu Casa Santos Dumont
Continuando nosso passeio pelo centro histórico, fomos conhecer a Casa Santos Dumont, outra atração já consagrada em Petrópolis.
A casa é conhecida como A Encantada e, apesar de pequena, está cheia de detalhes curiosos sobre Santos Dumont e a forma como ele pensava.
Logo na entrada, já encontramos uma das curiosidades mais conhecidas: a escada foi projetada de uma forma que obriga a pessoa a começar a subida sempre com o pé direito.
É um detalhe simples, mas que acaba tornando a visita mais divertida, principalmente quando você tenta entender como subir sem tropeçar.
A casa também mostra algumas soluções bastante inteligentes para a época e ajuda a imaginar um pouco da rotina de um dos brasileiros mais importantes da nossa história.
Mesmo sendo uma visita relativamente rápida, achei que vale muito a pena incluí-la no roteiro, principalmente porque ela fica em uma região fácil de encaixar junto com outras atrações do centro.
Reserve cerca de uma hora para conhecer tudo com calma. O valor do ingresso custa R$10. É claro que existem as gratuidades e meias entradas.
Palácio de Cristal
Depois, seguimos para o Palácio de Cristal.
Essa é uma daquelas atrações que você provavelmente já viu em praticamente qualquer roteiro sobre Petrópolis.

A estrutura é bonita e chama bastante atenção no meio dos jardins. Construído no século XIX, o palácio recebeu esse nome justamente pela estrutura inspirada nos grandes edifícios de ferro e vidro da época.
Mas a visita em si é rápida, e, sinceramente, no interior do palácio não tem nada a não ser uma estrutura de vidro, creio que só vale a pena se houver algum evento acontecendo no interior ou no entorno. Fica a dica, se você decidir pular essa atração.
Trono de Fátima
O Trono de Fátima foi uma experiência divertida pois estávamos em grupo, mas ligeriramente frustrante.
O monumento fica em uma região mais alta da cidade e, para chegar até ele, é preciso encarar uma pequena caminhada em subida.

Não é uma trilha longa, mas vale ir preparado para caminhar um pouco.
No nosso caso, não conseguimos entrar no atrativo, já que ele só abre em datas específicas. Mesmo assim, como estávamos em grupo, foi divertido sair da Casa do Santos Dumonte e fazer o percurso a pé até lá e aproveitar o caminho.
Fomos no fim da tarde e, sem dúvida, esse é um dos melhores horários para estar na região. A luz começa a mudar, a cidade vai ficando lá embaixo e o visual fica ainda mais bonito com o pôr do sol se aproximando.
Por outro lado, a experiência teria sido ainda mais interessante se o local estivesse aberto para visitação.
Ainda assim, foi uma parada agradável no roteiro e um jeito divertido de encerrar um dia.
Segundo dia: lugares que vão além da Cidade Imperial
Se o primeiro dia ficou mais voltado para a história de Petrópolis, o segundo começou a mostrar um lado completamente diferente da cidade.
Foi nesse dia que conhecemos alguns lugares que eu sequer imaginava encontrar por ali.
Entre mirantes, natureza, espiritualidade e um dos edifícios mais impressionantes da viagem, foi justamente esse segundo dia que me fez perceber que Petrópolis vai muito além do circuito tradicional.
Vale do Amor

Se existe um lugar que realmente me surpreendeu em Petrópolis, foi o Vale do Amor. Confesso que, antes de pesquisar sobre a viagem, eu nunca tinha ouvido falar dele.
E talvez seja justamente isso que torna a descoberta ainda mais interessante.
Escondido em meio à Mata Atlântica, o espaço reúne jardins, esculturas, símbolos de diferentes tradições espirituais e vários ambientes pensados para contemplação e meditação.
Independentemente da religião ou crença de cada pessoa, achei o lugar muito bonito e diferente de tudo o que tínhamos visitado até então.
O que mais me chamou atenção foi justamente o contraste.
Depois de um dia anterior cercados por palácios, museus e construções históricas, nesse dia estávamos caminhando por um espaço cercado pela natureza, com jardins e montanhas aparecendo ao fundo.
A visita merece ser feita sem pressa.
Existem vários detalhes pelo caminho e algumas áreas convidam simplesmente a parar, sentar e observar o ambiente.
Já adianto que o local tem cobrança de entrada: o valor regular é de R$ 40 (inteira). No dia em que visitamos, uma quinta-feira, pagamos R$ 20, mas vale a pena conferir no Instagram do local se há outras promoções em dias específicos.
Para nós, foi um dos pontos altos da viagem e, por isso, resolver criar um guia completo contando mais detalhes sobre a experiência no Vale do Amor.
Leia também: Vale do Amor em Petrópolis: vale a pena? Guia completo
Palácio Quitandinha
Outro lugar que entrou facilmente na lista dos cenários mais bonitos da viagem foi o Palácio Quitandinha.
Antes mesmo de chegar, a construção já chama atenção pelo tamanho. E, quando você olha para o prédio refletido no lago, entende por que ele é um dos cartões-postais de Petrópolis.
O que mais gostei foi justamente do conjunto.
Não é apenas o edifício em si. O lago, o jardim e a paisagem ao redor fazem com que valha a pena reservar um tempo para caminhar pela região.

Durante nossa visita, ainda encontramos algumas capivaras tranquilamente pela margem do lago, o que acabou rendendo uma surpresa a mais no passeio.
Mesmo que você não tenha tempo para conhecer o interior, eu acho que vale passar pelo menos para observar a construção e caminhar ao redor do lago.
Ali também você encontra o Sesc Quitandinha que também merece destaque, o espaço ainda conta com programação cultural e visitas guiadas ao interior, que ajudam a conhecer melhor a história do antigo cassino e toda a importância do edifício para Petrópolis.
Castelo de Itaipava
O Castelo de Itaipava foi uma parada diferente no nosso roteiro.
A construção chama atenção logo de longe e, dependendo do horário, fica ainda mais bonita com a iluminação.
Nós passamos por lá à noite, então não conseguimos explorar o local com calma, mas a fachada já rende uma parada para quem estiver circulando pela região.
Se você estiver com mais tempo em Petrópolis ou hospedado em Itaipava, pode ser uma opção para incluir no roteiro, lá além de hospedagem, conta também com restaurantes e espaços para eventos.
Onde comer em Petrópolis
Uma das coisas que mais gosto quando viajo é experimentar lugares onde os locais vão e encontrar alguns lugares com comida boa e que cabe no bolso.
Em Petrópolis, tivemos algumas experiências que vale mencionar.
Hortomercado
O Hortomercado só estar aberto nas sexta, sábado e domingo. É um lugar delicioso, com excelentes opções de hortifruti, queijos e embutidos. Caso você esteja na cidade no final de semana, vale a pena conferir.
Anexo Gourmet
Uma das nossas refeições foi no Anexo Gourmet Recanto Mineiro.
A proposta combina bem com aquele tipo de comida que você espera encontrar em uma viagem pela serra: pratos fartos e sabores mais caseiros.
Foi uma lugar gostoso, para almoçar e depois ficar próximo a natureza.
Sottile’s Pizzaria
Pizzaria muito boa, com um diferencial que chama atenção logo de cara: as pizzas têm 40 centímetros, um tamanho bem generoso que, para quatro pessoas, é mais do que suficiente.
Nós pedimos três sabores salgados: costela com barbecue (ok, mas nada muito marcante), frango com catupiry (estava um pouco seca) e carne seca com queijo coalho, que acabou sendo eleita por unanimidade a favorita do grupo.

Para a sobremesa, pedimos uma pizza média de banana nevada e essa, sim, superou completamente as expectativas. Foi, sem dúvida, o destaque da noite.
O restaurante também é conhecido pelo rodízio, mas optamos por pedir à la carte para escolher exatamente os sabores que queríamos provar.
Na ocasião, o ambiente estava todo decorado para o Dia dos Namorados, o que deixou o clima ainda mais agradável e acolhedor.
Onde ficar em Petrópolis
Próximo ao Quitandinha existem algumas opções de hotéis e hospedagens. Nós ficamos em um Airbnb no Condomínio Edifício Residencial Quitandinha e, no geral, a experiência foi positiva. A região nos passou sensação de segurança, mas percebemos que, ao sair um pouco das ruas principais e mais turísticas, o entorno já apresenta algumas vielas e becos, o que pode causar certa estranheza dependendo do horário.
Ainda assim, a hospedagem funcionou bem para o nosso roteiro e foi uma boa escolha para quem está viajando de carro e pretende explorar diferentes regiões da cidade.
Uma outra opção de hospedagem que vale considerar é o Castelo de Itaipava, que tem uma proposta totalmente temática, com ambientação medieval inclusive dentro dos quartos. É uma experiência bem diferente e pode ser interessante para quem busca algo mais imersivo. No entanto, se a sua ideia for conhecer Petrópolis a pé, não recomendo essa localização, já que o distrito fica a cerca de 40 minutos de carro do centro da cidade. Por outro lado, se a proposta for justamente se desconectar e aproveitar a hospedagem em si, pode ser uma excelente escolha.
Outro achado que vale mencionar é a Pousada Pataca de Prata. Com poucos quartos disponíveis, o atendimento acaba sendo mais próximo e personalizado. Além disso, o café da manhã é um dos destaques e a localização é excelente, muito próxima das principais atrações do centro histórico.
Como Petrópolis é relativamente espalhada e algumas atrações ficam fora do centro histórico, considero importante escolher a hospedagem também com base no tipo de roteiro que você pretende fazer.
Se a sua prioridade for conhecer a maior parte das atrações históricas a pé, ficar na região central pode facilitar bastante.
Vale a pena visitar Petrópolis?
Depois desses dois dias, fiquei com a sensação de que Petrópolis é um destino que merece ser conhecido com mais calma.

É claro que dá para fazer um bate e volta e visitar os principais cartões-postais. Mas, na minha opinião, a cidade fica muito mais interessante quando você consegue ir além do Museu Imperial e do Palácio de Cristal.
Foram justamente algumas descobertas fora do roteiro mais tradicional que fizeram essa viagem ser especial para nós.
O Trono de Fátima no fim da tarde, o Vale do Amor em meio à natureza, a surpresa de encontrar capivaras no Quitandinha e até a experiência de caminhar de pantufas pelo Museu Imperial são pequenas coisas que acabaram construindo a nossa lembrança de Petrópolis.
Por isso, se eu pudesse deixar uma recomendação, seria esta: reserve pelo menos dois dias (ou mais) e não tente conhecer tudo correndo.
Escolha as atrações que mais combinam com você, deixe espaço para algumas descobertas pelo caminho e aproveite a cidade com calma.
Afinal, mais do que ticar pontos turísticos, a melhor parte da viagem é voltar para casa com a sensação de que realmente viveu aquele lugar.
Quer continuar explorando o Rio de Janeiro? Mangaratiba é uma ótima opção de bate e volta, com praias, cachoeiras e natureza além do roteiro mais conhecido.







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